Unidade Curricular:Código:
Farmácia Comunitária843FARC
Ano:Nível:Curso:Créditos:
4Ciclo IntegradoCiências Farmacêuticas4 ects
Período Lectivo:Língua de Instrução:Nº Horas:
Segundo SemestrePortuguês/Inglês52
Objectivos de Aprendizagem:
A unidade curricular visa fornecer as ferramentas necessárias para o aluno possa conhecer, compreender,
implementar e avaliar as diferentes actividades dos farmacêuticos comunitários.
Conteúdos Programáticos:
1. A Farmácia Comunitária
1.1. Funções da farmácia e do farmacêutico comunitário
2. Boas Práticas Farmacêuticas para a Farmácia Comunitária (BPF)
2.1. Normas gerais
2.2. Normas específicas
2.2.1.Cedência de medicamentos
2.2.2. Indicação farmacêutica
2.2.3. Manipulação de medicamentos
2.2.4. Educação para a saúde
2.2.5. Seguimento farmacoterapêutico
2.2.6. Uso racional do medicamento
2.2.7. Farmacovigilância
2.2.8. Determinação de parâmetros bioquímicos e fisiológicos
2.2.9. Administração de medicamentos
2.2.10. Avaliação da qualidade dos serviços farmacêuticos
3. Sistema de Gestão da Qualidade da Ordem dos Farmacêuticos (SGQOF)
3.1. Introdução
3.2. Objectivos do profissional de farmácia
3.3. Benefícios para o doente
3.4. Boas práticas farmacêuticas para a farmácia comunitária (BPF)
3.5. Qualidade
3.6. Análise dos custos/benefícios
4. Indicação farmacêutica
4.1. Conceitos
4.2. Linhas de orientação
4.3. Boas práticas de farmácia
4.4. Exemplos de casos clínicos
Demonstração da Coerência dos Conteúdos Programáticos com os Objectivos da Unidade Curricular:
A aprendizagem sobre a organização e a actividade Farmacêutica na Farmácia Comunitária é essencial para adquiriras competências necessárias ao desempenho da profissão farmacêutica em farmácia comunitária.
Os alunos aprendem as bases legais e científicas da actividade farmacêutica comunitária, sua relevância e impacto no Sistema de Saúde e procedimentos de execução e avaliação dos mesmos.
Metodologias de Ensino (Avaliação Incluída):
A avaliação da componente teórica compreende a execução de dois testes escritos e a apresentação oral de um trabalho. A classificação final será calculada através da média ponderada das classificações obtidas nos dois testes escritos e no trabalho (2 ECTS). A nota mínima para aprovação é 9,5 valores.
Para que o aluno possa ser avaliado à componente teórica da UC, deverá comparecer a 50% das aulas.
Demonstração da Coerência das Metodologias de Ensino com os Objectivos de Aprendizagem da Unidade Curricular:
As metodologias de ensino utilizadas baseiam-se sobretudo num modelo de desenvolvimento de competências, tendo em vista a aquisição de saberes e capacidades de valor acrescentado para o exercício de uma atividade profissional. No sentido de adquirir as competências e as aptidões previstas, o aluno será incentivado a aprofundar os conhecimentos adquiridos nas aulas teóricas (de caráter expositivo/participativo) e a procurar a sua aplicação prática em situações reais (de caráter demonstrativo/participativo). A constante interação entre o docente e o aluno nas aulas teórico-prática permitirá a adequação do aluno aos objetivos propostos. Para além disso, a utilização de um conjunto de materiais de estudo criado propositadamente, assim como as sessões de apoio para esclarecimento de dúvidas (sessões de orientação tutorial), permitem um elevado nível de ajustamento entre as metodologias utilizadas e os objetivos da unidade curricular. A avaliação realizada em contexto teórico da unidade curricular permite validar as competências científicas e a sistematização dos conhecimentos adquiridos pelos alunos. A todas as atividades com natureza avaliativa serão atribuídos créditos (ECTS) devidamente proporcionais ao número de créditos totais. Os ECTS previstos para o trabalho e estudo pessoal do aluno só lhe serão integralmente atribuídos, ou não, em função do desempenho demonstrado pelo aluno, nomeadamente no que respeita à aquisição de conhecimentos e competências previstas. Além das avaliações referidas, serão dadas aos alunos oportunidades de demonstrar que atingiram os objetivos propostos através de momentos de avaliação caso o docente o entenda ou o aluno o solicite. Estes elementos informativos poderão ser considerados se se verificar benefício para o aluno.
Bibliografia:
1. Ordem dos Farmacêuticos: www.ordemfarmaceuticos.pt
2. VALORMED (http://www.valormed.pt/).
3. BOAS PRÁTICAS DE FARMÁCIA 2009 (BPF:2009): https://www.ordemfarmaceuticos.pt/fotos/documentos/boas_praticas_farmaceuticas_para_a_farmacia_comunitaria_2009_20853220715ab14785a01e8.pdf
4. NORMAS CONJUNTAS FIP/OMS PARA AS BOAS PRÁTICAS DE FARMÁCIA: https://www.ordemfarmaceuticos.pt/fotos/documentos/normas_conjuntas_fip_oms_para_as_boas_praticas_de_farmacia_19995420765ab1481e553c0.pdf
5. Koda-Kimble MA, Young LY. Applied therapeutics. The clinical use of drugs. 7ª edition. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins , 2001.
6. Legislação Farmacêutica Compilada, Infarmed: www.infarmed.pt.
7. Botelho, R. (2001). Curso de implementação de sistemas de gestão da qualidade – Boas Práticas de Farmácia. Ordem dos Farmacêuticos.