Unidade Curricular:Código:
Enfermagem de Saúde da Criança e do Jovem II – Ensino Clínico853ESJ2
Ano:Nível:Curso:Créditos:
3LicenciaturaEnfermagem6 ects
Período Lectivo:Língua de Instrução:Nº Horas:
Segundo SemestrePortuguês/Inglês78
Objectivos de Aprendizagem:
Conhecer a estrutura orgânica e funcional das unidades prestadoras de cuidados de Saúde à criança, jovem e família; Integrar conhecimentos científicos, técnicos e teóricos na prestação de cuidados à criança, jovem e família; Estabelecer uma relação de ajuda com a criança, jovem e a família; Identificar e planear a necessidade de cuidados de enfermagem à criança, jovem e família; Adquirir de forma progressiva autonomia nas actividades desenvolvidas; Executar os cuidados planeados procurando envolver a família; Avaliar e registar os cuidados prestados; Adquirir competências na área dos sistemas de informação.
Conteúdos Programáticos:
No decurso do estágio, que se realiza preferencialmente em Serviços de Internamento e Consulta de Pediatria, são mobilizáveis os diversos conteúdos que constam da Unidade Curricular de Enfermagem de Saúde da Criança e do Jovem I, outros conhecimentos adquiridos em todas as outras Unidades Curriculares do Curso, os conteúdos abordados no decurso dos Seminários e os que forem necessários em face das necessidades detectadas no Ensino Clínico.
Demonstração da Coerência dos Conteúdos Programáticos com os Objectivos da Unidade Curricular:
O Estágio pretende promover o encontro entre os profissionais e o aluno num contexto de trabalho e destina-se a complementar a formação teórico-prática e à consciencialização gradual dos diferentes papéis do enfermeiro e das competências requeridas. Considerando os conteúdos programáticos da Unidades Curricular de Enfermagem de Saúde da Criança e do Jovem I, e em função das características dos Serviços onde são realizados os Ensinos Clínicos, espera-se que o Aluno compreenda a coerência dos conhecimentos teóricos, teórico- práticos e práticos adquiridos nas unidades teóricas com a prática clínica, e que entenda e desenvolva competências nas diversas fases do Processo de Enfermagem, na relação e na comunicação terapêuticas e nas metodologias de registo dos cuidados.
Metodologias de Ensino (Avaliação Incluída):
O acompanhamento em Estágio assenta no conceito de supervisão clínica enquanto processo em que um enfermeiro orienta o aluno no desenvolvimento humano, educacional e profissional, numa atitude de monitorização sistemática da prática sobretudo através de procedimentos de reflexão e experimentação. Conforme a instituição acolhedora, a supervisão assenta em dois modelos: de orientação pedagógica, com o recurso à figura de orientador pedagógico (o enfermeiro assume a responsabilidade de acompanhar, orientar e avaliar um grupo de estudantes) ou de orientação tutorial, caracterizada pelo acompanhamento do aluno por um profissional experiente no Serviço. A avaliação é feita com base em grelha de avaliação construída a partir do “Regulamento do perfil de competências do Enfermeiro de Cuidados Gerais” (OE), o Relatório de Estágio e outros trabalhos que possam ser solicitados como Estudo de caso. O Aluno tem sucesso quando a sua classificação final é igual ou superior a 10 valores.
Demonstração da Coerência das Metodologias de Ensino com os Objectivos de Aprendizagem da Unidade Curricular:
Em qualquer dos estilos de supervisão, o supervisor utiliza metodologias de tipo não-directivo (valoriza, atende o mundo do estudante e as suas iniciativas, sabe ouvir o estudante, encoraja, ajuda-o a clarificar as suas ideias e os seus sentimentos e pede-lhe outras informações quando elas são necessárias) de tipo directivo (concentra as suas preocupações em dar orientações, em estabelecer critérios e condicionar as atitudes do estudante) e de tipo colaborativo (utiliza estratégias de colaboração e verbaliza o que o estudante lhe vai dizendo, fazendo sínteses das sugestões e dos problemas e ajudando a resolvê-los). Assim, permite concretizar os objetivos da Unidade Curricular, nomeadamente o de ser capaz de promover a transferência dos conhecimentos adquiridos para o contexto de prática clínica, reflectir sobre as experiências individuais vividas em contexto de estágio e demonstrar uma atitude crítico-reflexiva perante as práticas.
Bibliografia:
Apóstolo,J.M.A.2014.Modelo Touchpoints e Boa Prática em Cuidados neonatais.htpp://fundaçãobgcp. bgp.com/publicacoes-fundacao-bg. Badinter, Elisabeth, O Amor Incerto – História do amor maternal do século XVII ao século XX Lisboa,2006. Brazelton, T.B. & Greenspan S. I. A criança e o seu mundo. Lisboa,2002. Maus tratos em Crianças e Jovens Guia Prático de Abordagem, diagnóstico e intervenção para Crianças e Jovens em risco DGS,2011. Programa Nacional Saúde Infantil e Juvenil DGS,2013. A Dor 5º Sinal Vital. Circular Normativa nº 9/DGCG de 14/06/2003; DGS,2010,Orientações técnicas sobre avaliação da dor nas crianças. Wong Manual Clínico de Enfermagem Pediátrica, David Wilson, MS, RNC Marilyn J. Hockenberry, PhD, RN, PNP-BC, FAAN,Loures: Lusociência. Ordem dos Enfermeiros 2015 Guias orientadores de Boa Prática em Enfermagem Saúde Infantil e Pediátrica; Unicef - Recomendações para a prevenção dos acidentes com crianças.Urgência Pediátrica do Porto, Orientações Clínicas. Ed. ARS-Norte, 2014
Docente (* Responsável):
Amélia José (ajose@ufp.edu.pt)
Maria Cardoso (mcardoso@ufp.edu.pt)