Unidade Curricular:Código:
Enfermagem de Saúde Comunitária II - Ensino Clínico853ESC2
Ano:Nível:Curso:Créditos:
2LicenciaturaEnfermagem6 ects
Período Lectivo:Língua de Instrução:Nº Horas:
Primeiro SemestrePortuguês/Inglês78
Objectivos de Aprendizagem:
Conhecer a estrutura orgânica, funcional, o plano de atividades e a articulação com as instituições da sua área geográfica do local onde realiza o EC, integrando o funcionamento da equipa multidisciplinar de saúde
Desenvolver competências de intervenção no âmbito da promoção da saúde e prevenção da doença, minimizando o impacto dos problemas de saúde
Competências
Demonstra competências no planeamento e execução de atividades de educação para a saúde, adequando os métodos e técnicas pedagógicas de acordo com os respetivos grupos alvo
Atendendo ao Perfil de Competências do Enfermeiro de Cuidados Gerais, destacamos as seguintes competências:
Domínio: A - Critérios de competência 5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19
Domínio: B - Critérios de competência 20,21,22,23,24,25,26,28,29,30,31,32,33,35,36,37,38,39,40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51,52,53,54,55,60,62,63,64,65,66,67,74,75,76,77,78,79
Domínio: C - Critério de competências: 83,84,85,86,87,88,94,96.
Conteúdos Programáticos:
No decurso do Ensino Clinico são mobilizáveis os diversos saberes adquiridos na Unidade Curricular de Enfermagem de Saúde Comunitária I, mas também de todas as outras Unidades Curriculares, bem como outros conteúdos que sejam abordados no decurso dos Seminários ou que se venham a demonstrar pertinentes durante o EC, sempre sob orientação do professor, do supervisor e orientador do EC.
Demonstração da Coerência dos Conteúdos Programáticos com os Objectivos da Unidade Curricular:
Os conteúdos programáticos explorados na UC de ESC I, quer teóricos quer teórico práticos, são os conteúdos que os alunos têm agora oportunidade de explorar e colocar em prática em ambiente real.
Conhecer o local onde se insere o EC é fundamental para a aplicação das técnicas aprendidas em contexto teórico, principalmente no que diz respeito às técnicas de Educação para a Saúde.
Metodologias de Ensino (Avaliação Incluída):
O grande objetivo das metodologias a adotar é a responsabilização individual e de grupo, no processo de identificação dos conceitos subjacentes à situação e resolução de problemas e integração numa equipa multidisciplinar.
Recorrendo às aprendizagens com técnicas de "role-play" já exploradas na componente teórica o estudante tem oportunidade de colocar em cenário real, de forma gradual, as estratégias de educação para a saúde que já aprendeu e explorar a competências adquiridas.
O recurso a trabalhos com pesquisa bibliográfica e a realização de relatórios consolida o percurso formativo.
Avaliação
Classificação da componente prática do estágio – realizada com base na grelha de avaliação de estágio, a preencher pelo enfermeiro orientador – ponderação de 70%
Classificação do relatório de estágio e do trabalho e participação no seminário – Ponderação de 30%.
Assiduidade aplica-se Regulamento Pedagógico da UFP
Demonstração da Coerência das Metodologias de Ensino com os Objectivos de Aprendizagem da Unidade Curricular:
Tratando-se de um dos primeiros EC, é natural que o nível de autonomia dependa sempre das características particulares do estudante e das suas experiências pessoais anteriores. Na fase inicial, e até com o intuito de aprofundar conhecimentos na área explorada no contexto da saúde escolar, é natural que o estudante recorra à pesquisa documental e bibliográfica sobre as temáticas da educação para a saúde no contexto dos Programas Nacionais de Saúde, mobilizando os estudantes para uma aprendizagem integral e integrada já no contexto da prática. À medida que a integração no ambiente de EC vai decorrendo, bem como a influência da figura do enfermeiro orientador/auxiliar pedagógico e do enfermeiro supervisor, potenciam o desempenho do estudante, capacitando-o permanentemente para a decisão estruturada e baseada na evidência científica, levando-o a um processo de autonomia gradual para as técnicas de educação para a saúde.
Bibliografia:
Abreu, W. (2003). Saúde, Doença e Diversidade Cultural. Lisboa, Instituto Piaget.
Conselho de Enfermagem (2001). Padrões de qualidade dos cuidados de Enfermagem: enquadramento conceptual; enunciados descritivos. Portugal: Ordem dos Enfermeiros.
Imperatori, E. e Giraldes, M. (1993). Metodologia do planeamento de saúde. Lisboa, Obras Avulsas.
Laverack, G. (2008). Promoção de Saúde: Poder e Empoderamento. Loures: Lusodidacta.
Loureiro, I. e Miranda, N. (2010). Promover a Saúde: dos Fundamentos à Ação. Coimbra, Almedina.
Moreno, S. et alli. (2000). Enfermagem Comunitária. Macgraw-Hill.
Redma, B. (2002). A Prática da Educação para a Saúde. Lisboa, 9ª ed, Lusociência.
Rodrigues, M., Pereira, A. e Barroso, T. (2005). Educação para a Saúde. Coimbra, Formasau
Direcção-Geral da Saúde (DGS). Programas Nacionais de Saúde.
Docente (* Responsável):
Sílvia Silva (stsilva@ufp.edu.pt)